A volta de Michael Schumacher aos circuitos da Fórmula 1 com 41 anos foi um grande erro, afirmou nesta quarta-feira Eddie Jordan, o homem que deu a primeira oportunidade ao piloto alemão quando ele tinha apenas 19 anos.
"A volta de Michael Schumacher foi algo excelente para o esporte; para ele, pessoalmente, foi um erro", afirmou o ex-chefe de escuderia em declarações ao jornal Sport Bild.
"Voltar aos 41 anos para disputar com jovens que têm 20 anos a menos é contrário às leis da física e da medicina", disse.
Segundo ele, Schumacher "não tem nada a ganhar, fora sentir-se bem". "Mas nem isso. Você acha que ele gosta de perder para Nico Rosberg (seu companheiro de equipe na Mercedes)?".
Apesar de ter um número de vitórias recorde na história da Fórmula 1, Schumacher decidiu voltar a competir com a Mercedes, mas os resultados no correr da temporada não têm sido convincentes.
No Grande Prêmio de Silverstone, disputado no domingo passado, Schumacher terminou em nono lugar, enquanto que Rosberg ficou em terceiro. Na classificação de pilotos, ocupa um medíocre nono lugar, com 36 pontos.
FONTE: TERRA
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Vantagem para Pato no processo de separação...

Alexandre Pato conseguiu sua primeira vitória no processo de separação litigiosa de Sthefany Brito. Assim como o jogador do Milan queria desde o início, a ação do fim do casamento e de pensão alimentícia vai tramitar no Rio - mais precisamente no Fórum da Barra da Tijuca, zona oeste da capital - e não na Itália, onde o casal morava, como desejava a atriz. O processo com Sthefany como ré foi aberto no dia 29 de abril na 9ª Vara de Família do Rio.
A intenção de Sthefany em querer que o processo corresse na Europa se deve ao fato de que por lá a Justiça é mais generosa com as mulheres. Pato quer fixar em R$ 5.000 o valor da pensão à ex-mulher. O valor seria pago até ela - que está sem contrato com nenhum canal de TV - conseguir um emprego. Caso o trabalho remunere menos do que esse valor, a atriz continuará recebendo a pensão.
Enquanto morava na Itália, Sthefany recebia R$ 50.000 por mês do jogador, já que abandonou a carreira artística para ficar ao lado do então marido em Milão. É justamente nesse ponto que se baseia a defesa da atriz no processo.
Pouco antes do casamento, que durou apenas nove meses, Pato e Sthefany assinaram um pacto nupcial. O documento previa que, em caso de separação, a atriz levaria 15% do que construiu com o ex-marido durante o período em que ficassem juntos. Mas, segundo consta, o jogador não adquiriu bem algum de julho a abril, quando terminou o enlace, realizado com pompa no hotel Copacabana Palace, no Rio.
Fonte R7
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